terça-feira, 21 de abril de 2020

TAXAR FORTUNAS PARA SALVAR VIDAS


O Brasil está entre os 10 países mais desiguais do mundo. A pandemia do coronavírus aprofundou a crise política, econômica e social que já estávamos atravessando. A gravidade do momento exige todos os esforços para salvar as vidas em risco, seja pelo adoecimento ou pela pobreza.
O Estado tem capacidade de aumentar o investimento público e deve agir urgentemente garantindo transferência de renda para salvar as vidas de quem mais precisa, as trabalhadoras e trabalhadores! A enorme desigualdade social, resultado da injusta carga tributária no Brasil nos trouxe ao patamar que hoje estamos. É urgente que se implemente medidas de taxação no andar de cima para que caminhemos em direção a Justiça Tributária.
Os acumuladores de riqueza, os banqueiros, os especuladores do mercado financeiro, os milionários são os que menos pagam impostos hoje no Brasil e são os que mais reclamam do Estado ser grande demais. Precisamos taxar quem ganha mais e diminuir de quem ganha menos, dos mais pobres.
De cada mil contribuintes, apenas 8 conta com uma renda mensal de mais de 80 salários mínimos. Essa elite responde sozinha por um terço de toda a riqueza declarada em bens e ativos financeiros, sendo que metade dessas pessoas chega a ganhar em média 4 milhões de reais por mês!
É hora de aumentar os impostos de quem pode mais, e proteger quem pode menos, como as pessoas sem renda, trabalhadores informais e a classe média. A implementação de uma carga tributária justa e solidária permite que 99% da população possa a ter uma renda disponível maior, o Estado aumenta sua capacidade de investimento no Sistema Público de Saúde (SUS) e amplia ações de proteção social, de modo a garantir uma vida digna à toda a população.
Por isso, propomos:

quinta-feira, 16 de abril de 2020

Jair Bolsonaro como o pior líder mundial em ação




O jornal, antes de definir Bolsonaro como o pior, lista outros três líderes ao seu lado: os presidentes do Turcomenistão, Belarus e Nicarágua. Para que se tenha uma ideia do que estamos falando, vale lembrar que o chefe de Estado da Belarus disse que frequentar saunas poderia ser eficaz no combate ao vírus; o ditador do Turcomenistão proibiu o uso da palavra coronavírus e o presidente da Nicarágua não aparece em público há mais de um mês. 

É ao lado dessa gente que Bolsonaro é visto ao redor do mundo. 


Isso pode surpreender os grandes jornais brasileiros ou quem ainda insiste em toda semana dizer que "Bolsonaro ultrapassou todos os limites". Não, ele não ultrapassou todos os limites semana passada quando foi a uma padaria ou mês passado quando chamou a doença de "gripezinha". Os limites de Bolsonaro nunca existiram. Com coronavírus ou não, a presidência dele sempre significou risco para milhões de brasileiros. 



Desde o início da pandemia nossa cobertura tem mostrado tudo aquilo que o governo deseja esconder sem meias palavras, sem medo de quem quer que seja. E sem aliviar para figuras como o Ministro da Saúde, aquele que comprou máscaras superfaturadas de empresário bolsonarista, como já mostramos. Sim, Mandetta só parece razoável porque qualquer um é razoável ao lado do pior líder de Estado do mundo. 



SAIBA MAIS EM- INTERCEPT_BRASIL

CORONAVÍRUS: TRUMP TENTA SE PROMOVER EM COLETIVA DE IMPRENSA, MAS SÓ EXPÕE O PRÓPRIO FRACASSO DIANTE DA PANDEMIA

Donald Trump sorriu de forma presunçosa ao apontar para uma citação de si mesmo em um vídeo de propaganda que forçou os repórteres a ver durante a coletiva de imprensa de segunda-feira sobre o coronavírus. Foto: Alex Brandon/AP

Donald Trump deu um largo sorriso na segunda-feira, durante sua 29ª coletiva diária sobre a pandemia, enquanto enganava as emissoras de TV e as fazia transmitir um vídeo financiado pelos contribuintes exaltando sua própria liderança, sob a forma de um compilado de melhores momentos das declarações presidenciais durante a crise do coronavírus, tudo ao som de uma trilha sonora empolgante.
O vídeo, repleto de erros e editado de forma enganosa, aparentemente pretendia refutar um relatório condenatório publicado na capa do New York Times de domingo, que detalhava a lentidão de Trump para levar a sério a ameaça representada pelo vírus. Embora Trump estivesse obviamente satisfeito com a produção — ele apontou para a tela com um olhar presunçoso de triunfo em vários momentos — ele parecia não perceber que o que estava se desenrolando na sala de conferências da Casa Branca continha uma falha fatal que ajudou a reforçar o argumento central do relatório publicado no New York Times.

LEIA A MATEIRA COMPLETA EM- INTERCEPT_BASIL